NATIMORTO
Natimorto – Ex Litteris – Samuel Simões Nicácio
O diamante vem da rocha – Ex Litteris – Série “Em cada canto do Largo” – Cacau Rocha
O DIAMANTE VEM DA LAMA Read More »
Pátio Porta Aberta – Ex Litteris – Série “Em cada canto do Largo” – Bianca Nasciutti Costa
Pátio Porta Aberta Read More »
Silentório – Ex Litteris – Da série “Em cada canto do Largo” – Por Kalel Rodrigues de Souza
Oração – Uma homenagem ao quadro de (nossa) Lygia – Da série de textos “Em cada canto do Largo” – Por Karolina Zanin
Laura Thereza Mique Já passei muitos natais com a minha dona, mas este é diferente. Antigamente ela usava roupas masculinas, terno, gravata e sapato social. Hoje, ela está de vestido. Antes, ela me dizia que deveria chamá-la de Pedro, mas sempre soube que o nome dela era Pietra. Ano passado usou uma saia pela primeira
Esse ano, para me resguardar de lágrimas, dou meu coração para você Read More »
I Por que quiseste tantoSegurar minhas mãosE os dedos entrelaçados…Já os corações não estão? Tropeços de abraçosSão como os verõesBrincando descalçosDe preocupações II Deitei-me ao teu abraçoE, em pleno invernoAmei-te verão III Andorinha solitária,Que faz nesse inverno?Recolhe suas penas,Tão frágeis, pequenas?Se cobre de plumasNas horas escuras?Já dorme em seu ninho,Hermético abrigo?Espera o verão…Enquanto esse vento,Que
Gustavo Moreira Filgueiras A magia qual encantaSensato, tolo, ou maluco,o mel que surge do muco,a luz que cega e acalanta Amarga falta que prantaComo um desejo caduco:Esperança em um fachucoQual, o dissabor, espanta Ilusão febril produzEuforia desmedidaQue, a realdade, reduz Escape da cruel vida;querer, que a privação induz.Sonha desperta, iludida.
Giulia Jardim Martinovic Lembro como se fosse hoje. Foi o meu primeiro ano na Faculdade de Direito de São Paulo. A sua pele pálida. Sutis sardas. Logo entraria nas profundezas da floresta mais que obscura da minha então alma gêmea. Gostaria de poder descrever bem os cheiros e novas dimensões as quais conheci ao passo
SOBRE A SANFRAN E VAZIOS PLÚMBEOS Read More »
Jiullya Corrá Encaro a mim mesmo no reflexo da bebida que há de chegar ao fim. O meu coração, em uma ironia cruel, coordena suas batidas às batidas de um relógio que marca as horas como quem fere. Cada segundo é um prelúdio do que iminentemente virá em minha direção. Como cada segundo de uma